O compositor pontevedrês teve uma vida musical muito intensa que poderíamos resumir nos seguintes itens(1):
- Foi discípulo de José Carnicer, Lorenzo Castro, Antonio Licer, Isidro Fernández e José Gómez.
- 1868. É nomeado director da Banda do Hospício de Ponte Vedra.
- 1878. Funda a Banda Popular de Ponte Vedra.
- 1890-1918. Dirige a Banda de Nóia, na que continua até a sua morte.
- 1892. Dirige a Banda de Vila Garcia e Travanca.
- 1894. É nomeado organista da Sê compostelana pelo cardeal-arcebispo de Santiago, José María Martín de Herrera.
- 1909. Dirige desde a sua fundação o orfeão La Aurora Noyesa.
- 1912-1914. Dirige a banda de Ponte Areias.
Ultimamente, teve um encontro muito afortunado com ele na forma duma preciosa partitura dedicada às gentes de Rianjo.
Por gentileza de Sofia, bibliotecária da B.P.M. Castelao de Rianjo, pudem consultar um maço de partituras que foram encontradas na casa petrucial de Manuel António. Entre os numerosos documentos impressos e manuscritos estava uma partitura assinada por Felipe Paz Carbajal titulada Brisas Rianjesas. Havia mais obras do compositor pontevedrês, mas esta é a única cujo título não estava incluído no catálogo do autor que eu manejava.
O texto musical:
O contexto:
O texto poético:
Brisas Rianjesas
«Brisas Rianjesas»
llegan aquí
tu amor buscando,
sin par hurí;
tu, la corola
del corazón,
abre y que oreen
su hermosa flor.
De jardín del mundo
el adorno eres
y entre las mujeres,
bella sin igual;
por eso estas «Brisas»
de puros amores
hoy tantos primores
vienen a admirar.
Pasacalle
Flota en la atmosfera
serna y plácida,
envuelta en túnica
de blanca luz,
la brisa tenue
que cruza ligera
sus anchos ámbitos
del cielo azul.
Igual que aquellas
«Rianjesas Brisas»
amor brindando
van por doquier,
acariciando
com sus cantares
la flor más bella,
que es la mujer.
Para descarregar Brisas Rianjesas premer aqui.
Primeira folha do manuscrito.
(1) Dados obtidos do artigo VARELA DE VEGA, Juan Bautista. Felipe Paz Carbajal, un gran músico del XIX gallego. El Museo de Pontevedra, ISSN 0210-7791, Nº 55, 2001 , pags. 317-336
(2) SANTOS, Xesús & COMOXO, Xosé Biografia de Arcos Moldes (Rianxo: Apuntes dunha vila marinheira) 1865-1944 [Concelho de Rianjo; Rianjo], p. 176-177







Entre os trabalhadores da praça, os limpa-botas, aqui chamados emboladores, são uma espécie de aristocracia, sentados nos seus tronos, à sombra dos seus guarda-chuvas/sois, na espera de que algum transeunte peça os seus serviços. Os bogotanos cuidam muito o seu aspecto físico, mesmo que os seus fatos ou complementos sejam extremamente modestos.
Más na praça de Lourdes tudo está em venta. Em pequenos postos oferecem-se obreias com arequipe, abacates, cigarros por solto (com direito a fazer uso do isqueiro), cachorros-quentes (nas proximidades dum MacDonals), fruchetas (espetos de frutas banhadas em chocolate), etc.
