O que mais destacaria desta versão da Flor de la Canela, além da voz da peruana, seria o formidável arranjo instrumental, nomeadamente o acordeão de César Silva.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
nº 48 Lucha Reyes
O que mais destacaria desta versão da Flor de la Canela, além da voz da peruana, seria o formidável arranjo instrumental, nomeadamente o acordeão de César Silva.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
nº 47 Benito Vicetto
Um dia, lendo uma biografia de Benito Vicetto, soubem que ele também era carcamão, melhor dito, filho de um carcamão. Seu pai era Benito Vicetto San Beneto, natural de Genova, e contrabandista nas costas galegas. De este livro, já inapreensível nas livrarias, extracto os seguintes párrafos:
LÓPEZ DE SERANTES, Josefina (1978) Benito Vicetto Iñorado [Alvarellos; Lugo]
segunda-feira, 18 de maio de 2009
nº 46 Mãe Ria.

nº 45 Lucobo Arousa
Como veis há uma inscrição onde se pode ler uma AROUSA como um mundo. Semelha que não tem nada a ver com o nome da nossa ilha... ou sim?
BALBOA SALGADO, Antonio (2007) A Galicia celta [Lóstrego; Santiago] p. 122
sábado, 16 de maio de 2009
nº 44 As Minhas Descargas
De momento há dois documentos:
1. A obra impressa galega de Eduardo Martínez Torner. (Só bibliografia e partituras) Artigo publicado na Revista Etnofolk, nº 5.
2. Música de la Misa de S. Miguel de Sarandão. Artigo sobre uma missa encontrada por Isabel Rei e eu mesmo no arquivo de Marcial Valladares em Vilancosta. Fotos do fac-símile de Tero Rodríguez.
terça-feira, 12 de maio de 2009
nº 43 Desfeita arqueológica?
Tirei-lhe fotografias e meu irmão, com a intenção de que ficara constância das nossas suspeitas, aventurou-se a qualifica-la no seu livro como ara de sacrifícios. Suponho que achou que o feito de sair publicado este dado num livro, moveria algumas consciências e alguém com competências faria algo.
A semana passada fui pelo Agro de Alonso e encontrei que encostado à suposta ara há um muro que deixou o com principal mas estragou a contorna. Neste caso, as leis de património acho que não podiam ser aplicadas, porque duvido que alguma vez se catalogasse o achado.
Enviei as fotos ao amigo André Pena Graña, perito nestas coisas que disse-me:
-Não me cabe dúvida de que é um outeiro. Outeiro vem de "altarium" e esta palavra a sua vez de "arder".
A maior parte das vezes são rochas com corgos naturais feitos pela erosão. Sobre esses corgos depositavam-se oferendas.
Para que ninguém se esqueça de como era o lugar e nos perguntemos que estamos a fazer mal para que no século XXI continuem a acontecer estas coisas, deito à rede fotos do antes e do depois.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
nº 42 Ayes de mi país.
Resulta-me estranho desprender-me desta obra depois de tanto tempo. Durante mais duma década, levo estudando, investigando, desfrutando de Marcial Valladares e o seu contexto familiar, espacial e temporal. No percurso destes dez anos, publiquei outro cancioneiro, Cantos e Bailes da Galiza, de José Inzenga, e uma boa quantidade de discos, artículos e conferências. Nunca esteve parado, mas bem demasiado ativo, mas também em tudo momento senti a ansiedade, frustração, contrariedade ou o que for, de ter na gaveta o manuscrito do velho petrúcio da Estrada, sem hipótese de editar. Agora, graças a Javier Jurado e Dos Acordes o livro estará nas livrarias por volta do mês de junho. Que seja para bem.
